FÊNIX
*Jorge Versilo
Eu,
prisioneiro meu
descobri no breu
uma constelação
Céus,
conheci os céus
pelos olhos teus
Véu de comtemplação
Deus,
condenado eu fui
a forjar o amor no aço do rancor
e a transpor as leis
mesquinhas dos mortais
Vou, entre a redenção
e o esplendor
de por você viver
Sim, quis sair de mim
esquecer quem sou
e respirar por ti
e assim transpor as leis
mesquinhas dos mortais
Agoniza virgem Fênix (O amor)
entre cinzas, arco-íris e esplendor
por viver às juras de satisfazer o ego mortal
Coisa pequenina,
centelha divina,
renasceu das cinzas
Onde foi ruína
pássaro ferido
hoje é paraíso
Luz da minha vida,
pedra de alquimia
Tudo o que eu queria
Renascer das cinzas
Quando o frio vem nos aquecer o coração
Quando a noite faz nascer a luz da escuridão
e a dor revela a mais esplêndida emoção:
O amor
|
||
![]() | ||
![]() | ||
![]() | ||
|
||